29 de novembro de 2010

O Natal e a Crise


Os portugueses, devido à crise vão diminuir os presentes de Natal, tendo como prioridade as crianças e a família mais chegada.
A diminuição dos presentes de Natal devido à crise está cada vez mais presente na Europa, uma vez que a crise está a afectar todos os países. Por um lado, essa diminuição do número de compras para presentes de Natal é positiva, mas por outro, não. Efectivamente, a diminuição das despesas em compras vai fazer com que os portugueses e todos os europeus poupem algum dinheiro, dependendo, obviamente, da diminuição muito ou pouco significativa desses presentes, ajudando-os, assim, a fazer frente à crise. Por outro lado, se os portugueses e os restantes membros da Europa diminuem a quantidade de compras para oferecerem como presentes de Natal, tal é prejudícial para as lojas, uma vez que vão vender muito menos neste Natal. Esta diminuição das vendas pode levar ao encerramento de lojas e, consequentemente, ao despedimento de vários trabalhadores. Este cenário também não é muito positivo para o país, havendo uma diminuição das receitas do Estado, com o encerramento de lojas ou fábricas, aumentando, assim, a preocupação com a crise e também os números que dão conta desta.
Assim, esta medida pode contribuir para fazer frente à crise ou, por outro lado, para aumentá-la. Por isso, o melhor é viver o Natal sem ser de forma materialista. O melhor é oferecer abraços, amizade, carinho e muito amor. Assim se faz frente à crise! Assim, o Natal será autentico e verdadeiramente valioso!

Havia séculos que não falava com ele, nem tinha notícias. Sentia a sua falta!

Não ia aguentar muito mais tempo longe de dele.

Friiiiio


Para hoje, o IM prevê céu muito nublado no norte, aumentando de nebulosidade ao longo do dia, períodos de chuva ou aguaceiros nas regiões centro e sul e pequenas descidas de temperatura em todas as regiões.




Temperaturas características do Inverno, não do Outono!

28 de novembro de 2010

Amam-se


Ama-a e não a quer perder. Ama-a sem pedir nada em troca. Sentem o gosto de amar dentro dos seus corpos. Amam-se em preto e branco, sem falsidades. Enfeitiçados pela magia transmitida de cada um. Têm o dom de amar, de não se perderem no abismo do sofrimento, num cimitério de emoções, numa dança de sentimentos profundos, que desgastam, que perturbam, sem saída. Uma carta branca de amor se escreve todas as noites em forma de pensamento, para que nada fique por dizer, que a voz não fique calada pela dor. Amam-se e sentem orgulho cada vez que os seus lábios se tocam, numa loucura desenfreada, como se o amanhã não fosse mais existir. Amam-se.


in Cemitério de sentimentos uma dança de emoções, André Marques

Vá lá Senhora


Vá lá senhora, chegou a hora,

Vá lá senhora, chegou a hora,

De votar na lista A,

Vá votar na lista A!

Alguém p'ra mudar,

Alguém p'ra mudar!






Adaptação da música d'Os Golpes para a campanha eleitoral da Associação de Estudantes da ESMF.


E acabou por dar resultado!

133 contra 48.

27 de novembro de 2010


"És o meu sinónimo de felicidade!"

Acho que o teu pensamento me abraçou o coração e o fez sentir mais quentinho.

Acabei de me sentir mais pertinho de ti.

"É como respirar... Já fazes parte!
Porque tens um olhar brutal comigo...
É uma cena única!
O olhar parece que pára o tempo...
Estás a ver tudo cinzento? Tu és a cor.
É como olhar por um canudo:
Quando sei que vens para perto de mim, não vejo mais nada.
Morre tudo à minha volta... só tu tens vida!
Todos os momentos estão em mim de uma forma brutal."

Medo


Ela era uma rapariga como tantas outras da sua idade. Apesar de haver uma coisa que a distinguia. O medo! Pois, ela tinha medo de falhar, de desiludir os outros, de magoar alguém. Sempre o medo se apoderara dela e lhe roubara alguma da sua capacidade de sonhar. Por vezes, alguma felicidade.
Deste modo, a rapariga não queria ficar a sós com ele, tinha medo que ele a dominasse, que a consumisse totalmente. Na verdade, ele era o seu maior inimigo! Absurdamente, o medo!

Quem sou eu?


Quem sou eu? Uma pergunta que passa pela minha cabeça vezes sem conta a cada dia que passa e à qual não tenho resposta. Até posso nunca vir a ter.
Questiono as minhas atitudes, os meus pensamentos. Questiono o que faço neste mundo e como seria se estivesse noutro. São estas questões que me assaltam o pensamento e me fazem pensar “Quem sou eu?”.
Tal como Fernando Pessoa afirma no seu poema “Cada momento mudei”, também eu tenho a consciência de que mudei e já não sou o que era. Antes, tinha a inocência da infância e pensava, para mim mesma, “tenho em mim todos os sonhos do mundo”. Agora, já com outra idade, já não tenho a tal inocência e a inconsciência que tinha antes e tenho a perfeita a noção de que todos os sonhos do mundo não estão em mim, mas também nos outros. Assim, tenho muitos sonhos e fantasias.
Sei quem não quero ser. Sei a qual nunca quero chegar. Mas não sei... Eu? Quem sou eu?